Há uma sensação geral de que existe algo errado na sociedade.
Em noticiários, é comum ver casos de homens rejeitados que assassinam as ex-parceiras. Elas avisam a todos e pedem ajudam as autoridades. Entretanto, isso não impede o final trágico.
A violência é associada também ao uso de droga, especialmente ao "crack". Num depoimento ao Bom dia Brasil, em 26 de julho de 2011, um especialista afirmou:
"não adianta colocar o usuário numa clínica por algumas semanas. A família deve substituir o prazer da droga por outro tipo de prazer."
Outro problema é a falta de emprego - maior como o advento das chamadas Novas Tecnologias. Atualmente, mais grave do que desaparecer uma vaga de trabalho, é a extinção da profissão.
O desemprego, na Europa, é um pretexto para o crescimento eleitoral de partidos de extrema direita. Um problema econômico gera uma crise política associada com a problemática religiosa. Se, antes, no nazismo, os judeus eram os alvos da intolerância, atualmente, os extremistas voltaram a sua raiva contra os muçulmanos.
A intolerância ocorre também por causa das opções sexuais. Os recentes ataques de homofobia, no Brasil, podem servir de exemplo para essa constatação.
Em suma, existem vários fatores associados ao mal-estar que acontece no convívio social. A velha pergunta - o que fazer? - ainda está relacionada a um velha alternativa: a auto-crítica de cada um seria um bom começo.
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